O diferente é mesmo diferente?

Qual seria sua sensação ao presenciar um condutor atirando lixo do interior do seu veículo em via pública, ou em qualquer outro lugar que não fosse uma lixeira?

 

O primeiro pensamento que vem a mente para responder é: Revolta! Claro.

Não sou nenhum especialista em meio ambiente, mas, quase todos os dias vemos noticiários de enchentes, e temos a ciência que muito se dá pelo descarte incorreto dos resíduos.

O que você faria para que esta situação fosse evitada? Seria prudente você abordar este condutor? Isso geraria um desconforto? Poderia resultar em uma briga?

Mas, e se você estivesse no interior do veículo? Você poderia fazer algo antes que ele cometesse tal erro?

Por qual motivo muitas vezes não agimos assim no ambiente de trabalho?

Não raro o colega de trabalho vai iniciar uma atividade de forma insegura, ou mesmo, está prestes a iniciá-la sem uso de equipamentos de proteção individual, e não tomamos nenhuma ação para “dar um toque” no colega.

Você já pensou que, caso ele seja vítima de acidente, você também pode ser impactado? Imagine ter que dar conta da demanda ainda maior por motivo da ausência de um membro da equipe! Não estou me referindo aqui a punição, mas sim em redistribuição natural das atividades entre a equipe permanecente.

Por outro lado, pega mal jogar lixo pela janela do carro, assim como pega mal não utilizar as proteções já disponibilizadas a você no local de trabalho. No mínimo, todos estão vendo!

Lembre que, ambos casos são passíveis de punições, em um caso a multa e noutro sanções administrativas.

No olhar específico de conduta irresponsável, não apenas não uso de EPI, atuar de forma insegura pode colocar a vida de outros em risco, tanto no trânsito quanto no seu departamento, sabia?

No primeiro, este resíduo pode atingir um motociclista por exemplo, no segundo, ainda que você não se acidente, o próximo a estar no local de trabalho pode ferir-se.

Infelizmente, muitas vezes as pessoas só cumprem, mesmo que ainda não tenham entendido, se aplicadas sanções que impactem, principalmente monetariamente, em suas vidas. Quantos condutores você já viu praticando tal desvio?

No mundo ideal, é realmente necessário que o agente de trânsito esteja presente ou por imagens para autuar os condutores?

É realmente imprescindível que o técnico de segurança do trabalho ou cipeiro da sua empresa esteja “no seu pé”?

Nosso trabalho não deve se limitar a isso!

É importante a realização rotineira de conscientizações aos trabalhadores da importância que cada um tem para o processo, setor, empresa, sociedade e família.

Ah… Na família…
Nesta, normalmente a persona do profissional é insubstituível! Eles, junto com o acidentado são os maiores impactados, pense nisso!

 

Vale a pena fazer diferente, nadar em contra-fluxo e, por falta de atenção deixar de se proteger?

Comente aí…

 

 



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